ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: TIREÓIDE UMA GLÂNDULA MUITO BEM AFINADA COM OS DIVERSOS ORGÃOS DO NOSSO CORPO, COMO UMA ORQUESTRA.

A glândula tireóide, em virtude de sua semelhança, sua função com a de um regente de orquestra que comanda a entrada, ritmo e melodia de diferente instrumento, está presente no vocabulário da população em decorrência da importância de sua atividade na integração do funcionamento de praticamente todos os órgãos do corpo humano. Se eventualmente não estiver afinada com todo o organismo, desencadeará alterações em sua ação fatalmente levará a uma série de comprometimentos, e induzirá a uma série de situações, sintomas e sinais clínicos que pode comprometer desde gestantes , fetos além de todos os seres em qualquer época de suas vidas, a ela tem sido atribuídos situações como culpada sozinha de muitos problemas orgânicos e de forma injusta em alguns casos, tais como a obesidade a dificuldade de raciocínio, indolências, entretanto são fatos reais e de ocorrências importantes como o HIPOTIREODISMO muito frequente na tireóide, assim como o hipertireodismo , e o não diagnóstico adequado pode levar a situações irreparáveis. Além de ser muito mais freqüente do que se imagina, por ser um a tireóide uma glândula maestro, não se esqueça que muito provavelmente irá desencadear um efeito gatilho que se transformará em um segundo efeito mais grave que é o efeito dominó. Portanto quando  médicos embasados derem o diagnóstico de disfunção tireoidiana, não pense que em não tomando atitudes adequadas como paciente e apresentar síndrome metabólica, obesidade visceral, intra abdominal, visceral ,central, sobrepeso,tireóide, hipotireoidismo, o estrago pode superar somente essa doenças mais freqüentes.
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611
Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
CRM 28930
Como Saber Mais:
1.O hipotireoidismo pode interferir na pressão arterial? 
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2.Qual é o tipo mais comum de hipotireoidismo?
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3.Hipotireoidismo subclinico, quais as consequências não se tratando?
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Referências Bibliográficas:
Tratados de Tireóide e paratireóide. Marcos Basilio de carvalho Di Dio,Lja 2002
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O HIPOTIREOIDISMO TEM SIDO OBSERVADO COMO UM FATOR DE DESENVOLVIMENTO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL SECUNDÁRIA, PORTANTO, SE VOCÊ APRESENTAR VARIAÇÕES NO PESO, CANSAÇO, DESÂNIMO, QUEDA ACENTUADA DOS CABELOS, PROCURE UM ENDOCRINOLOGISTA PARA ORIENTÁ-LO O QUANTO ANTES.

O hipotireoidismo tem sido observado como um fator de desenvolvimento de hipertensão arterial secundária. A prevalência de hipertensão arterial em indivíduos com hipotireoidismo têm demonstrado valores elevados de pressão arterial. O aumento da resistência vascular periférica e o baixo débito cardíaco têm sido sugerido como o elo possível entre hipotireoidismo e hipertensão arterial diastólica (é a pressão arterial mínima). A população com hipotireoidismo é caracterizada por mudanças de peso significativas, elas são uma das variáveis no aumento de peso, têm baixa atividade de uma substância no plasma responsável pela elevação da pressão arterial. Aqui verificamos os efeitos do hipotireoidismo sobre a pressão arterial e o desenvolvimento de processo de aterosclerose precoce. O tipo mais comum de hipotireoidismo é causado por insuficiência primária da glândula tireóide. As causas básicas de hipotireoidismo primário são auto-imunes, têm desenvolvimento lento e insidioso, também pode ocorrer após retirada de parte ou de toda a glândula tireóide, pode apresentar bócio, e atireoidite não auto-imune (por ex.,Tireoidite de Riedel), que é um processo inflamatório crônico da tireóide e tireoidite subaguda. A tireoidite crônica auto-imune com linfocitose crônica (da Doença de Hashimoto) é a causa mais comum de disfunção da glândula tireóide. Com a substituição de falta de hormônios da tireóide a pressão arterial é reduzida, assim como o risco cardiovascular total. Efeitos similares também foram descritos no hipotireoidismo sub-clínico. A hipertensão arterial em indivíduos com hipotireoidismo têm demonstrado que a elevação da pressão arterial pode ser sistólica, diastólica ou ambas. Sabe-se que a pressão arterial sistólica ou diastólica tem correlação significativa com a tiroxina – T4 e triiodotironina – T3 em mulheres que apresentam hipotireoidismo com pouco mais de 50 anos de idade.
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Dr. João Santos Caio Jr
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1.O hipotireoidismo pode interferir na pressão arterial?
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2.Qual é o tipo mais comum de hipotireoidismo?
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3.Pode-se ter hipotireoidismo sub-clínico? 
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Referências Bibliográficas:
Saito et al.
Stella Stabouli; Sofia Papakatsika; Kotsis Vasilios
Publish in: 2010/12/26; Cardiovasc Rev experts lá. 2010, 8 (11) :1559-1565. © 2010.

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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: HIPOTIREOIDISMO (TIREÓIDE) A GLÂNDULA RESPONSÁVEL PELA DIMINUIÇÃO DE GRANDE PARTE DO METABOLISMO DE NÓS SERES HUMANOS.

PORQUE  A TIREÓIDE ENGORDA?

A glândula tireóide é responsável por todo nosso metabolismo ser mais rápido ou mais lento ou normal. Em tendo uma alteração no funcionamento da glândula tireóide, se for uma aceleração do metabolismo há produção maior de hormônio tireoidiano que é o hipertireoidismo, queimando mais gordura ou pode ser uma redução do metabolismo onde há uma menor produção de hormônio tireoidiano que é o hipotireoidismo que diminui a queima de gordura, aumentando o peso.

Sintomas do Hipotireodismo:

O hipotireodismo tem muitos sintomas, que variam de pessoa para pessoa. Alguns sintomas comuns do hipotireodismo são:
* Fadiga.
* Ganho de peso.
* Face inchada.
* Intolerância ao frio.
* Dor nos músculos e articulações.
* Cabelo seco.
* Diminuição na transpiração.
* Menstruação forte ou irregular e problemas de infertilidade.

Hipotireoidismo

O hipotireoidismo é causado em 95% dos casos por problemas da própria tireóide. Em aproximadamente 5% dos casos o problema é causado pela glândula que é responsável por seu comando e fica no cérebro (hipófise). Esta glândula produz de forma inadequada a substância responsável pela formação do hormônio tireoideano, o TSH. Entre as principais causas de hipotireoidismo se sobressai uma doença denominada Tireoidite de Hashimoto que é de origem imunológica, ou seja, o próprio organismo produz anticorpos e outras substâncias contra a sua própria Tireóide, na verdade passam a atacá-la (auto-imune), destruindo a capacidade desta glândula (tireóide) de produzir seu próprio hormônio, a Tiroxina. Quando esta doença se inicia o processo irritativo e inflamatório faz com que a tireóide aumente de tamanho, entretanto com o passar do tempo ela vai diminuindo sua função até se tornar uma glândula inoperante (atrófica). Todos os sinais e sintomas de hipotireoidismo ocorrem lentamente e nem sempre os médicos fazem o diagnóstico correto. O hipotireoidismo é mais freqüente em mulheres que em homens e a freqüência é aumentada com a idade. Ao nível do coração, o hormônio tireoideano, a tiroxina comanda a freqüência de batimentos cardíacos (números) por minuto e logicamente com a sua diminuição cada vez ocorre o batimento mais devagar, com menos força e bombeando o sangue com menos eficiência. Todo o ritmo metabólico cai de forma expressiva e com isso há um ganho de peso, a mulher pode parar de menstruar, aumenta a sonolência, sensação de frio, diminui o ritmo do intestino, bem como a perda da memória.

Hipotireoidismo sub-clínico

Em algumas situações o hormônio responsável pela estimulação da tireóide (TSH) fica alterado podendo ser muito baixo ou muito alto, entretanto a tiroxina (T4)está normal. Os sintomas são imperceptíveis com esta deficiência, vista que o hormônio final está normal, entretanto pequenos detalhes podem levar as pessoas a alterações indesejáveis além de poder desenvolver no futuro doenças tireoideanas. Se o Endocrinologista fizer uma avaliação muito cuidadosa irá perceber que já existe a presença de níveis elevados de anticorpos, o que mostra que a doença imunológica já está presente, mas não apresenta sintomas significativos, eventualmente um leve aumento de peso.

O que o médico Endocrinologista irá fazer é repor o hormônio durante a vida da paciente para que leve uma vida normal.

Toda e qualquer disfunção orgânica, ou doença especifica aparentemente ou qualquer descontrole de nossa saúde, tenha apenas uma certeza absoluta; quanto mais rápido você controlar, mais rápido eliminar seus sintomas menos problemas você terá. Isto porque não existe moléstia ou sintomas isolados a médio e longo prazo nosso organismo funciona harmônicamente, não funciona de forma compartimentada como por ex: em um navio que para cada setor possui uma porta que pode ser lacrada, por tanto não se iluda, tudo acabará em efeito cascata (ou dominó) que cobrará muito mais de sua qualidade de vida…
AUTORES PROSPECTIVOS
Dr. João Santos Caio Jr
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1. Qual a diferença entre o hipertireoidismo e o hipotireoidismo?
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2. No caso do hipotireoidismo podemos falar que ele é mais grave ?
http://drcaiojr.site.med.br/index.asp?PageName=Tire-F3ide
3. A obesidade pode ser mais complicada se tratada com diagnóstico de hipotireoidismo?
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Referência Bibliográfica: 
Co-author Dr. Brian Casey at the University of Texas Southwestern Medical Center and colleagues
American College of Obstetricians and Gynecologists.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: DIAGNÓSTICO DE HIPOTIREOIDISMO – PACIENTES QUE APRESENTAM FADIGA, INTOLERÂNCIA AO FRIO, DEPRESSÃO, CONSTIPAÇÃO, PELE SECA, DEVE-SE SEMPRE SUSPEITAR DE HIPOTIREOIDISMO, PORTANTO, UM EXAME DE SANGUE DEVE SER FEITO PARA CONFIRMAR O DIAGNÓSTICO.

Quando o hipotireoidismo está presente, os níveis sanguíneos de hormônios tireoidianos geralmente estão diminuídos. No enntanto no início de um hipotireoidismo as dosagens dos hormônios tireoidianos (tiroxina – T4, triiodotironina – T3) geralmente estão normais, portanto o principal exame para se diagnosticar o hipotireoidismo é o hormônio tireoestimulante (TSH), porque quando os níveis sanguíneos dos hormônios tireoidianos estiverem baixos (tiroxina – T4, triiodotironina – T3) o hormônio tireoestimulante (TSH) estará aumentado para estimular a glândula tireóide a produzir mais hormônio tireoidiano. Como já mensionado anteriormente o hormônio tireoestimulante é produzido pela hipófise. Este aumento de hormônio tireoestimulante (TSH) pode preceder a queda dos hormônios tireoidianos por meses ou anos (hipotireoidismo sub-clínico). Os níveis sanguíneos de hormônio tireoestimulante devem estar elevados quando ocorre o hipotireoidismo. No entanto, pode ocorrer uma exceção. Se houver diminuição dos hormônios tireoidianos devido a alterações na hipófise ou no hipotálamo, em seguida os níveis sanguíneos do hormônio tireoestimulante, normalmente estará baixo. Este é um caso de “hipotireoidismo secundário” ou “terciário”. Um teste especial, conhecido como teste de tireotrofina (TRH), pode ajudar a diferençar se a doença é devido à hipófise ou hipotálamo.
O exame de sangue acima confirma o diagnóstico de hipotireoidismo, mas não aponta para uma causa subjacente. O importante é a combinação de história clínica do paciente

O hipotireoidismo subclínico é?

O hipotireoidismo subclínico se refere a um estado em que os pacientes não apresentam os sintomas do hipotireoidismo. Estes pacientes também apresentam uma quantidade normal de hormônios tireoidianos circulantes. A única anormalidade é um aumento da TSH sobre o seu trabalho de sangue. Isto implica que a glândula pituitária está trabalhando duro extra para manter um nível de hormônio da tireóide normal circulação e que a glândula tiróide requer estimulação extra pela hipófise a produzir hormônios suficientes. A maioria destes pacientes podem ser esperados para progredir para hipotireoidismo óbvio, especialmente se o TSH estiver acima de um determinado nível.  Embora haja alguma controversa, muitos endocrinologistas irá tratar esses pacientes, especialmente se eles têm um nível alto de colesterol no sangue. O perfil de colesterol anormais provavelmente vai mostrar melhora com a reposição hormonal da tiróide. Se os níveis de colesterol são normais, e o paciente se sente bem, é também razoável para acompanhar esses pacientes sem tratamento e repetir o TSH de sangue e os níveis de hormônio da tireóide em 4 a 6 meses para ver se mais significativo o hipotireoidismo é aparente. Ambas as abordagens são razoáveis e os pacientes devem ser encorajados a falar com seus médicos sobre as preocupações e preferências específicas.

O que é melhor para você?

Se você está preocupado que você pode ter hipotireoidismo, você deve mencionar os seus sintomas ao seu médico. Um simples exame de sangue é o primeiro passo no diagnóstico. De lá, você e seu médico pode decidir quais os próximos passos devem ser. Se o tratamento é garantido, é importante que você informe o seu médico de quaisquer dúvidas ou preocupações que você tem sobre as opções disponíveis. Lembre-se que a doença de tiróide é muito comum e, em boas mãos, o hipotireoidismo é facilmente abordados e tratados. Hipotireoidismo se refere a qualquer Estado em que a produção de hormônio da tiróide é abaixo do normal. Há muitas doenças que resultam em hipotireoidismo. A glândula tireóide é regulada por uma outra glândula que está localizada no cérebro, a hipófise. O hipotireoidismo é uma condição muito comum. Os sintomas do hipotireoidismo são muitas vezes sutis.
Um exame de sangue é utilizado para confirmar o hipotireoidismo. Com exceção de determinadas condições, o tratamento do hipotireoidismo necessita de medicação de vida longa.
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1. Os sintomas do hipotireoidismo incluem fadiga, letargia, e diminuição do desempenho cognitivo?
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2. É questionado no meio científico e clínico, os horários de tomada desses hormônios tireoidianos de reposição ou controle?
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3.Hipotireoidismo subclinico, poderá levar um aumento da massa corporal?
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Shayri M. Kansagra, BS; Christopher R. McCudden, PhD; Willis S. Monte, MD, PhD: 2010/06/10; Medicina Laboratorial. 2010; 41 (6) :229-348. © 2010 Sociedade Americana de Patologia Clínica.
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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: AS LESÕES HIPOFISÁRIAS LEVAM AO HIPOTIREOIDISMO.

A lesão hipofisária, pode resultar, após uma cirurgia no cérebro ou se houve uma diminuição do suprimento de sangue para a área. Nestes casos de lesão da hipófise, o hormônio tireoestimulante (TSH) que é produzido pela hipófise, é deficiente e os níveis sanguíneos de hormônio tireoestimulantes (TSH) são baixos. Como a hipófise, não estimula a glândula tireóide por diminuição da produção do hormônio tireoestimulante (TSH) pela hipófise,  desenvolve-se o hipotireoidismo. Esta forma de hipotireoidismo pode, portanto, distinguir-se do hipotireoidismo causado pela doença da glândula tireóide, em que o nível elevado de hormônio tireoestimulante (TSH) tenta compensar, estimulando a tireóide devido a baixa produção dos hormônios tireoidianos. Normalmente, o hipotireoidismo decorrente de uma alteração da hipófise ocorre em conjunto com outras deficiências hormonais, uma vez que a hipófise regula outros processos como crescimento, reprodução e função adrenal. 

Severa deficiência de iodo:

Há hipotireoidismo grave ocorrendo em cerca de 5 a 15% da população, nas áreas do mundo onde há deficiência de iodo na dieta. Exemplos destas áreas inclui-se Zaire, Equador, Índia, Chile é também observada uma severa deficiência de iodo em áreas montanhosas remotas, tais como o Andes e o Himalaia. Desde que se iniciou a adição de iodo ao sal de mesa e ao pão, a deficiência de iodo é raramente vista em países mais desenvolvidos, inclusive no Brasil.
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Stella Stabouli; Sofia Papakatsika; Kotsis Vasilios Publish in: 2010/12/26; Cardiovasc Rev experts lá. 2010, 8 (11) :1559-1565. © 2010.
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